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O câncer de pele é o tipo de câncer mais comum, tanto no Brasil como no mundo. Um tipo de tumor de pele, o melanoma, atrai atenção especial médicos. Não por ser um dos tipos mais comuns, mas por ser um dos mais perigosos.
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Melanomas são tumores malignos dos melanócitos.
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Os melanócitos são células da pele normal, que produzem um pigmento chamado melanina.

Por sua vez, a melanina é que dá a cor da pele gerando seus diferentes tons.
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Certo. E o que torna o melanoma tão perigoso?
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Assim como os outros tumores de pele mais comuns, o melanoma pode ser curado quando descoberto nos estágios iniciais.
Contudo, um crescimento mínimo, de alguns poucos milímetros na profundidade da pele aumenta drasticamente o risco de que a doença se espalhe para outras partes do corpo.
Fígado, pulmões e o cérebro são os órgãos acometidos com mais frequência.
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Causas do Melanoma
Não se conhece exatamente quais motivos fazem os melanócitos saudáveis se tornarem um melanoma maligno.
Sabemos que pessoas de pele muito clara são mais susceptíveis a desenvolver a doença. Sabemos também que a exposição ao sol, com queimaduras, é outro fator de risco importante.
Não é por acaso que um dos países com maior incidência de melanoma é a Austrália, onde uma população de origem principalmente europeia vive em uma região de elevada incidência de radiação solar.
Esses fatores, contudo, não explicam todos os casos de melanoma, afinal alguns casos ocorrem em áreas da pele com pouquíssima exposição ao sol, como a coxa e a palma das mãos.
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E o tratamento?
Em estágios inicias, a remoção cirúrgica do tumor é suficiente para obter a cura.
Já pacientes em que a doença atingiu outros órgãos, podem se beneficiar de alguns dos maiores e mais recentes avanços no tratamento do câncer.
Em 2011, o melanoma foi o primeiro tipo de tumor a comprovar a eficácia da imunoterapia – um tratamento que ativa a capacidade próprio sistema de defesa da pessoa para reconhecer e destruir as células tumorais.
A seguir outro tipo de medicamentos, que agem bloqueando a proliferação das células tumorais, também se mostraram ativas contra a doença. São as chamadas drogas-alvo moleculares,
Apesar desses avanços, essas medicações ainda não conseguem levar todos os pacientes à cura, e o custo elevadíssimo é um desafio para os sistemas de saúde em todo o mundo.

Assim, vale a velha máxima, de que prevenir é melhor do que remediar:
- Evite o sol das 10 às 16 horas,
- Use sempre protetor solar, e
- Não deixe de ficar de olho em pintas e manchas suspeitas.
Na dúvida, consulte sempre seu médico. Afinal, na luta contra o câncer, a prevenção continua sendo o melhor tratamento!
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