Câncer das vias biliares (Colangiocarcinoma)

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Os tumores malignos das vias biliares – também chamados de COLANGIOCARCINOMAS – não são comuns. Considerando todo o trato gastrointestinal, esses tumores representam menos de 3% dos casos.

Por serem incomuns e dificilmente causarem sintomas (exceto quando em estágios avançados), o diagnóstico acaba acontecendo tardiamente, o que dificulta o tratamento com intenção curativa e compromete a expectativa de vida.

Além disso, os ductos biliares estão profundamente localizados no fígado, então tumores em estágio inicial dificilmente podem ser percebidos pelo médico em um exame físico de rotina. Mesmo exames de imagem teriam dificuldade de ver tumores em estágios iniciais, exceto através de técnicas muito específicas, como uma ressonância de vias biliares.

“Quem pode desenvolver tumor de vias biliares?”

O câncer das vias biliares pode acontecer em qualquer pessoa, mas é mais comum (aliás BEM mais comum) em idosos, por volta dos 70 anos de idade, em média.

A maior parte dos casos é ESPORÁDICO – ou seja, não tem uma causa específica. Pessoas com alguma doença que causa inflamação persistente das vias biliares tem um risco maior: colangite esclerosante primária (uma doença autoimune rara das vias biliares), doenças inflamatórias intestinais (retocolite e doença de Crohn), cálculos e cistos biliares, cirrose ou hepatite crônica pelos vírus B ou C.

Estatísticas de sobrevida (em inglês)

Surveillance, Epidemiology, and End Results Program

https://seer.cancer.gov/statfacts/html/livibd.html

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